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Abstract
Este artigo tem como objetivo analisar os aspectos matemáticos do processo formativo do nutricionista e investigar os conhecimentos implícitos e explícitos nos textos das Diretrizes Curriculares Nacionais e do currículo do curso de graduação em nutrição de uma universidade federal brasileira. Assim, propõe-se responder à questão sobre quais são os contextos em que a matemática está presente e contribui para a formação dos nutricionistas mediante os documentos que regulamentam o curso. A pesquisa é qualitativa com respaldos numéricos, do tipo documental, com o emprego da técnica de análise de conteúdo, de Bardin. Foram identificadas cinco categorias: cálculos algébricos dietéticos e antropométricos; cidadania e criticidade; economia; estatística; probabilidade. Todavia, os resultados apontam a ausência da indicação explícita da matemática nas diretrizes, o que contraria sua vasta utilização como ferramenta indispensável para a compreensão de diversos conceitos desenvolvidos no curso de nutrição. Apesar da presença da bioestatística, identifica-se no currículo a inexistência de disciplinas que revisem ou introduzam a álgebra e o cálculo diferencial.






