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A transferência e comercialização de tecnologia (TCT) é um processo complexo que envolve interações entre duas ou mais entidades com o propósito de transferir conhecimento desenvolvido e comercializar produtos/serviços tecnológicos resultantes da atividade de investigação, gerando valor económico para a entidade criadora.
A TCT tem recebido cada vez mais atenção ao nível científico devido ao seu enorme potencial para contribuir para o crescimento e bem-estar das sociedades. Não obstante o incremento da investigação científica sobre os fatores e mecanismos que influenciam o processo de TCT, designadamente em determinadas áreas e setores, este estudo encontra-se ainda numa fase embrionária.
O presente relatório analisa em detalhe o processo da transferência e comercialização de tecnologia no setor da saúde bem como os outputsrelacionados com a investigação científica e com a comercialização, utilizando como estudo de caso o CINTESIS, uma unidade de Investigação e Desenvolvimento (I&D).
O objetivo principal deste estudo foi aferir que fatores atuam como inibidores ou potenciadores deste processo e apurar quais os problemas (e como os mitigar) que os institutos públicos ligados à I&D na área da saúde enfrentam na transferência e comercialização das tecnologias. Adicionalmente, de forma a estudar em concreto os mecanismos inerentes à TCT, recorreu-se à análise mais profunda de uma das spin-offsdo CINTESIS, a VirtualCare, que se encontra já na fase de comercialização de diversos produtos.
Os resultados evidenciam que não obstante a proximidade da indústria e as ligações informais estabelecidas terem potencial para alavancar o processo de TCT no CINTESIS, as características dos investigadores (pouco interesse na comercialização do conhecimento produzido, pouca aptidão para o risco e um excessivo enfoque na vertente académica) e das tecnologias criadas (complexas, distantes do mercado), acrescidas das debilidades inerentes às capacidades e recursos institucionais e do ambiente macroeconómico (escassez de financiamento e excesso de burocracia) têm inibido o processo da TCT.
A transferência e comercialização de tecnologia (TCT) é um processo complexo que envolve interações entre duas ou mais entidades com o propósito de transferir conhecimento desenvolvido e comercializar produtos/serviços tecnológicos resultantes da atividade de investigação, gerando valor económico para a entidade criadora.
A TCT tem recebido cada vez mais atenção ao nível científico devido ao seu enorme potencial para contribuir para o crescimento e bem-estar das sociedades. Não obstante o incremento da investigação científica sobre os fatores e mecanismos que influenciam o processo de TCT, designadamente em determinadas áreas e setores, este estudo encontra-se ainda numa fase embrionária.
O presente relatório analisa em detalhe o processo da transferência e comercialização de tecnologia no setor da saúde bem como os outputs relacionados com a investigação científica e com a comercialização, utilizando como estudo de caso o CINTESIS, uma unidade de Investigação e Desenvolvimento (I&D).
O objetivo principal deste estudo foi aferir que fatores atuam como inibidores ou potenciadores deste processo e apurar quais os problemas (e como os mitigar) que os institutos públicos ligados à I&D na área da saúde enfrentam na transferência e comercialização das tecnologias. Adicionalmente, de forma a estudar em concreto os mecanismos inerentes à TCT, recorreu-se à análise mais profunda de uma das spin-offs do CINTESIS, a VirtualCare, que se encontra já na fase de comercialização de diversos produtos.
Os resultados evidenciam que não obstante a proximidade da indústria e as ligações informais estabelecidas terem potencial para alavancar o processo de TCT no CINTESIS, as características dos investigadores (pouco interesse na comercialização do conhecimento produzido, pouca aptidão para o risco e um excessivo enfoque na vertente académica) e das tecnologias criadas (complexas, distantes do mercado), acrescidas das debilidades inerentes às capacidades e recursos institucionais e do ambiente macroeconómico (escassez de financiamento e excesso de burocracia) têm inibido o processo da TCT.