It appears you don't have support to open PDFs in this web browser. To view this file, Open with your PDF reader
Abstract
La literatura ha destacado la masculinización de la carrera de Pedagogía en Educación Física (PEF). En este estudio, se buscó comprender desde la perspectiva de género las dificultades en las experiencias formativas de las estudiantes de PEF en el contexto de una carrera masculinizada. Adoptando un enfoque cualitativo dentro del paradigma interpretativo, se llevaron a cabo seis grupos focales con un total de 20 estudiantes mujeres de seis universidades chilenas en los cuales se utilizó un guión semiestructurado. Los datos recopilados se analizaron temáticamente para identificar temas recurrentes y variaciones en las respuestas. Se realizaron interpretaciones para buscar relaciones y significados subyacentes. Tres hallazgos relevantes surgieron: a) una baja conciencia sobre la presencia de la masculinización en la carrera; b) la persistencia de sexismo y estereotipos de género, a los cuales las estudiantes reaccionaron mediante justificación, resignación y cuestionamiento; y c) una división y, a veces, jerarquización entre el deporte y la pedagogía en términos de género.[
A literatura tem destacado a masculinização da carreira de Pedagogia em Educação Física (PEF). Neste estudo, buscou-se compreender, a partir da perspectiva de gênero, as dificuldades nas experiências formativas das estudantes de PEF no contexto de uma carreira masculinizada. Adotando uma abordagem qualitativa dentro do paradigma interpretativo, foram realizados seis grupos focais com um total de 20 estudantes mulheres de seis universidades chilenas, nos quais foi utilizado um roteiro semiestruturado. Os dados coletados foram analisados tematicamente para identificar temas recorrentes e variações nas respostas. Foram feitas interpretações para buscar relações e significados subjacentes. Três descobertas relevantes emergiram: a) uma baixa consciência sobre a presença da masculinização na carreira; b) a persistência do sexismo e estereótipos de gênero, aos quais as estudantes reagiram por meio de justificação, resignação e questionamento; e c) uma divisão e, às vezes, hierarquização entre o esporte e a pedagogia em termos de gênero.






