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Este trabalho analisa as representações das mulheres nas exposições de Pré-História dos museus da Área Metropolitana de Lisboa com o intuito de perceber que estereótipos se refletem nos discursos do Passado Pré-Histórico. Para além de se pretender perceber que silêncios e que invisibilidades existem nas narrativas dos museus com coleções de arqueologia, tenta-se compreender o “porquê” e as consequências que tais narrativas podem ter na sociedade contemporânea. Para isso, procurou-se compreender o que significou “ser mulher”, sobretudo no Portugal do século XX. Essa procura foi maioritariamente realizada através da análise de movimentos feministas e de diversas abordagens a questões de género.
Realiza-se ainda uma reflexão sobre a finalidade atual dos museus. Se, enquanto espaços de educação não formal e de possível proximidade à população, deverão e poderão assumir uma agenda pela igualdade e não discriminação.