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As doenças do foro cardiovascular, em especial a Insuficiência Cardiaca têm vindo a ter uma incidencia cada vez maior, afetando principalmente os idosos, mas também os jovens devido à reduçâo da taxa de mortalidade e aumento da esperança média de vida, sendo fatores contributives também, a alimentaçâo, antecedentes pessoais e familiares dos doentes. Portugal é dos pafses da Europa corn maior taxa de incidência desta doença crônica.
Esta patologia caracteriza-se como um sindrome clinico, manifestado por um conjunto de sinais (aumento da pressao jugular venosa, fervores pulmonares e edema periférico) e sintomas (falta de ar, edema dos membros inferiores e fadiga) résultantes de alteraçoes estruturais ou funcionais do musculo cardiaco causando uma inadequada resposta às necessidades de oxigênio das células em repouso ou durante o exercfcio. Identificar a etiologia da doença é fundamental para o correto diagnôstico.
As limitaçôes impostas por esta doença atribuem-lhe uma grande complexidade uma vez que interfere com todas as vertentes da pessoa, vertente fisica, social, econômica e psicolôgica. Os encargos associados à agudizaçâo desta patologia demonstram ser elevados, principalmente a nivel hospitalar. Os programas de Enfermagem de Reabilitaçâo permitem atuar de forma preventive e pôs agudizaçâo contribuindo para a manutençâo e gestâo da doença e suas complicaçôes.
É assim possivel perceber a importância da reabilitaçâo cardiaca uma vez que; uma pessoa reabilitada tem uma maior capacidade de se manter socialmente e profissionalmente ativo e que pode apresentar diversos autocuidados, que podem estar comprometidos, sendo necessârio desta forma uma abordagem multidisciplinar.