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Abstract

Objetivo/Contexto:este artículo realizará una comparación entre las revoluciones de Independencia de la isla de Margarita y Cartagena entre 1810 y 1815 a partir de tres aspectos: los actores sociales que las protagonizaron, los conflictos políticos y militares ocurridos en ambas realidades y las formas de gobierno instituidas en dichos Estados. Con ello, se contribuye a los crecientes estudios de historia comparada sobre los hechos de la Independencia, especialmente aquellos dedicados al Caribe. Metodología: se aplican los criterios y métodos de trabajo de la historia y de la política comparada, a fin de descubrir semejanzas y diferencias entre las dos revoluciones. Originalidad: se resalta la importancia de la revolución de Margarita en el marco de las rebeliones caribeñas de la Independencia, que no ha sido tomada en cuenta en las investigaciones acerca de ese fenómeno histórico. Además, se establece una comparación inédita entre una revolución del Caribe venezolana y una neogranadina durante la época de la Independencia. Conclusiones: de la comparación planteada se deduce la conveniencia de moderar algunas afirmaciones frecuentes sobre las revoluciones de Independencia caribeñas ya que, a diferencia de Cartagena, en Margarita no hubo un liderazgo destacado de la “gente de color”, allí la resistencia frente a las fuerzas monárquicas fue más constante y exitosa, y no se establecieron en su territorio gobiernos dictatoriales o “fuertes”, conservando instituciones morigeradas de carácter republicano. Así, la inclusión de la isla de Margarita en las narrativas e historias sobre las revoluciones caribeñas enriquece las miradas sobre el periodo de la Independencia.

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Objective/Context: The purpose of this paper is to compare the independence revolutions of Margarita and Cartagena between 1810 and 1815 based on three aspects: the social actors involved in these processes, the political and military conflicts that took place in both realities and the forms of government instituted in these states. With this, we aspire to contribute to the growing studies of comparative history on the events of Independence, especially those with a geographical focus on the Caribbean region.Methodology:The criteria and methods of comparative history and politics are applied to discover the similarities and differences between the revolutions of Margarita and Cartagena.Originality:We highlight the importance of the revolution of Margarita in the framework of the Caribbean Revolutions of Independence since it has not been taken into account in the research on that historical phenomenon.Also, we make an unprecedented comparison between a Venezuelan Caribbean revolution and a Neo-Granadanone during the Independence period.Conclusions: Comparing Margarita and Cartagena’s revolutionary features shows the convenience to nuance some statements that are usually made about the Caribbean independence revolutions since,unlike Cartagena, in Margarita, there was no outstanding leadership of “people of color,” the resistance against the monarchical forces was more constant and successful, and dictatorial or “strong” governments were never established in its territory, preserving moderate institutions of a republican nature. Therefore, including Margarita in the narratives and histories about the Caribbean revolutions is vital to enrich the perspectives on the Independence period.

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Objetivo/Contexto: Este artigo compara as revoluções independentistas da Ilha Margarita e de Cartagena entre 1810 e 1815 a partir de três aspectos: os atores sociais que desempenharam um papel de liderança, os conflitos políticos e militares ocorridos em ambas as realidades e as formas de governo instituídas nesses Estados. Com isso, contribui-se para os crescentes estudos de história comparada sobre os eventos da Independência, especialmente no Caribe. Metodologia: São aplicados os critérios e métodos de trabalho da história e da política comparada, a fim de descobrir semelhanças e diferenças entre as duas revoluções. Originalidade: Destaca-se a importância da revolução de Margarita no contexto das rebeliões caribenhas da Independência, que não foi levada em consideração nas pesquisas sobre esse fenômeno histórico. Além disso, estabelece-seuma comparação inédita entre uma revolução do Caribe venezuelana e uma neogranadina durante o período da Independência.Conclusões: A partir da comparação sustentada, fica evidente a conveniência de moderar algumas declarações frequentes sobre asrevoluções da independência do Caribe, pois, ao contrário de Cartagena, na Ilha Margarita não houve liderança destacada do “povo de cor”, já que a resistência contra as forças monárquicas foi mais constante e bem-sucedida, e governos ditatoriais ou “fortes” não foram estabelecidos em seu território, preservando instituições moderadas de caráter republicano. Assim, a inclusão de Margarita nas narrativas e histórias sobre as revoluções caribenhas enriquece as visões sobre o período da Independência.

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