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O artigo propõe uma reflexão filosófica sobre o social, fundamentada em uma matriz epistêmica que busca oferecer uma base teórico-crítica, ampliando a perspectiva epistemológica e política da intervenção. Inicia-se com uma discussão baseada na lógica do erro, identificando obstáculos epistemológicos que destacam problematizações necessárias para a intervenção no social. A partir disso, propõe-se a lógica da descoberta, oferecendo uma fundamentação teórica e uma vigilância epistêmica, com o objetivo de introduzir rupturas que desafiem os limites do conhecimento e da ação política no Serviço Social.
