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Abstract

Introduction: It can be seen that the consequences of the modernization of Brazilian agriculture, stemming from the Green Revolution, have led to a scenario in which there are various environmental, social and economic impacts that have harmed many family farmers and, in particular, rural youth. It is clear that the same problems experienced in the past are part of youth today. Objective: The objective of this study is to verify the main socio-environmental and economic impacts of the attempt to modernize agriculture in the Brazilian reality. Theoretical Framework: It is based on the theoretical debates on the impacts of the modernization of agriculture in Brazil. Method: In order to explain this problem, the methodological decision was to carry out this study using a bibliographical, exploratory and basic method with a qualitative approach. The techniques used to collect data and information were direct observation and a literature review. Content analysis techniques were used. Results and Discussion: With regard to the qualitative results, it was found that the unequal and privileged implementation of agricultural modernization policies in Brazil and Ceará has resulted in socio-economic problems, such as the decline of the rural economy, the indebtedness of many farmers, the deterioration in the prices of agricultural products, the reduction of physical space, the dismissal of many workers and the consequent demographic swelling and slumification of cities. With regard to environmental problems, iniquitous agricultural modernization has led to the destruction of forests and genetic biodiversity, soil erosion and the contamination of natural resources and food. Research Implications: In conclusion, it can be said that in the face of capitalist exploitation of nature and production relations, there is a need to think about a new way of structuring agricultural modernization policies from the perspective of sustainability practices.

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Introdução: Nota-se que os desdobramentos decorrentes da modernização da agricultura brasileira, advindos a partir da Revolução Verde, proporcionaram um cenário onde se observam diversos impactos ambientais, sociais e econômicos que prejudicaram muitos agricultores familiares e, em especial, a juventude do campo. Percebe-se que os mesmos problemas vividos no passado fazem parte da juventude na atualidade. Objetivo: O objetivo deste estudo é verificar os principais impactos socioambientais e econômicos diante da tentativa de modernização da agricultura na realidade brasileira. Referencial Teórico: Fundamenta-se nos debates teóricos relativos aos impactos da modernização da agricultura no Brasil. Método: Para a explicitação dessa problemática decidiu-se metodologicamente por esse estudo de método bibliográfico do tipo exploratório e de natureza básica com abordagem qualitativa. Quanto às técnicas de coleta de dados e informações aplicou-se a observação direta e a revisão de literatura. No tocante às técnicas de análise, empregou-se a de conteúdo. Resultados e Discussão: Em relação aos resultados qualitativos, foi constatado que a implementação desigual e privilegiada das políticas de modernização agrícola no Brasil e no Ceará resultou em problemas socioeconômicos, tais como a decadência da economia rural, endividamento de muitos agricultores, a deterioração dos preços dos produtos agrícolas, redução do espaço físico, dispensa de muitos trabalhadores e consequente inchamento demográfico e favelamento das cidades. Com relação aos problemas ambientais, a iníqua modernização agrícola provocou a destruição das florestas e da biodiversidade genética, a erosão dos solos e a contaminação dos recursos naturais e dos alimentos. Implicações da Pesquisa: Em conclusão, é possível afirmar que diante da exploração capitalista da natureza e das relações de produção emerge a necessidade de pensar uma nova forma de estruturar as políticas de modernização da agricultura, sob a perspectiva das práticas da sustentabilidade.

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Introduccion: Se puede constatar que las consecuencias de la modernización de la agricultura brasileña, derivada de la Revolución Verde, han llevado a un escenario en el que existen diversos impactos ambientales, sociales y económicos que han perjudicado a muchos agricultores familiares y, en particular, a la juventud rural. Somos conscientes de que los mismos problemas vividos en el pasado forman parte de la juventud actual. Objetivo: El objetivo de este estudio es verificar los principales impactos socioambientales y económicos del intento de modernización de la agricultura en la realidad brasileña. Marco Teórico: Se basa en los debates teóricos sobre los impactos de la modernización de la agricultura en Brasil. Método: Para explicar este problema, la decisión metodológica fue realizar este estudio utilizando un método bibliográfico, exploratorio y básico con un enfoque cualitativo. Las técnicas utilizadas para la recogida de datos e información fueron la observación directa y la revisión bibliográfica. Se utilizaron técnicas de análisis de contenido. Resultados y Discusión: En cuanto a los resultados cualitativos, se constató que la aplicación desigual y privilegiada de las políticas de modernización agrícola en Brasil y Ceará ha provocado problemas socioeconómicos como el declive de la economía rural, el endeudamiento de muchos agricultores, el deterioro de los precios de los productos agrícolas, la reducción del espacio físico, el despido de muchos trabajadores y el consiguiente aumento demográfico y la favelización de las ciudades. En cuanto a los problemas medioambientales, la inicua modernización agrícola ha provocado la destrucción de los bosques y de la biodiversidad genética, la erosión del suelo y la contaminación de los recursos naturales y de los alimentos. Implicaciones de la investigación: En conclusión, se puede decir que frente a la explotación capitalista de la naturaleza y de las relaciones de producción, es necesario pensar en una nueva forma de estructurar las políticas de modernización agrícola desde la perspectiva de las prácticas de sostenibilidad.

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