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A partir da discussão dos desencontros entre intelectuais e o país, condensados na figura do mal de Nabuco, o artigo discute o empenho, conduzido desde o campo da arquitetura, para operar na construção simbólica da nação, articulando o moderno e o nacional em uma perspectiva cultural de cunho emancipatório. Discute-se a interpretação proposta pelo arquiteto Lucio Costa como uma superação aos impasses postos por esse mal à produção de uma cultura brasileira desde o campo da arquitetura, em um processo marcado por convergências, deslizamentos e aproximações entre esse campo e o pensamento social brasileiro.